quarta-feira, 13 de março de 2013

Os planos de rodagem para o segundo dia no Namibe saíram furados, alguns quilómetros depois da saída da cidade uma enorme fila de camiões deixava antever que alguma coisa se passaria para que o transito não fluísse na saída principal que faz a ligação com a estrada para o Lubango. Nesse dia tinha-mos marcado um encontro com o Soba de uma aldeia próxima, mas em África é mesmo assim, lidar com o imprevisto é uma lição que não se aprende logo. Na noite de chegada aquela cidade tinha uma ponte caído, agora na saída foi um camião cisterna que se virou. Se viesse uma grua de Luanda poderia demorar uma semana a chegar, seria mais rápido abrir uma picada que fizesse mais um atalho, mas isso, por mais rápido que fosse seria sempre demasiado lento para o ritmo de rodagem de um documentário europeu.

Um comentário:

Carlos Ribeiro disse...

Desenhos maravilhosos.
Excelente trabalho.