terça-feira, 30 de novembro de 2010

Muitíssimo obrigado a todos os que foram e não foram ao lançamento, aos que deixaram e não deixaram comentários, aos que divulgaram, aos que me incentivaram, aos que eram esperados e aos inesperados.
o Livro aí está conforme prometido, ficou tal como queria forrado a tecido amarelo, baixo relevo para a reprodução idêntica ao autocolante original, tudo clássico como a EN2.
Há uma certa nostalgia que justifica a curiosidade que este livro tem levantado, somos quase todos de uma geração em que ia-mos "à terra" num tempo real mais realista, parávamos nas terras, inevitavelmente que tivemos uma percepção real da nossa geografia, não havia encostos de cabeça com LCDs a dar o canal Panda, acho que tivemos sorte.
A EN2 continua por lá assim como tantas outras ENs, com a vantagem que, se nos fartarmos temos sempre um pouco mais á frente uma saída para uma IP que nos põe em casa em 2 horas.

15 comentários:

B.Braddell disse...

que pena...sou mesmo parvo e destraído... nao sei qula dos dois sou mais... mas enfim...chego sempre atrasado quando sao estas coisas de apresentações e de workshops...fico sempre cheio de raiva...enfim...vou ver se me ponho mais atento... gostei imenso de tudo!!um espectaculo e sempre impreesionate todo o trablho e todos os desenhos!!! pergunto.me se um dia vou chegar perto!! quem me dera sentir esse perto!! enfim... um espectaculo é o minímo dos minímos que posso eu dizer!!! obrigados por desenhar e me inspirar de certa forma!!!

boa noite

Pedro disse...

Parabéns !!!

Rosa Baptista disse...

Lindo! Supra-sumo! Vou comprar! ( e tentar encontrar o autor para pedir um autógrafo!)

AG disse...

são estes os livros de valor. aqueles que, sem pedir permissão, nos fazem viajar de imediato.

O Buggy, já tem cognome, o adorável.

João, viaja, viaja e viaja mais e mais...

~

Silvia disse...

Já tenho o meu! Gostei muito de ir e conhecer o Buggy. É lindo. O livro está fantástico e ainda me quero perder nos desenhos e nos textos que nos fazem viajar com o Mestre Catarino.
Agora quero encontrar o autor para lhe pedir um autográfo!
Um beijinho e muito sucesso

Filipe LF disse...

Parabéns grande Mestre João!
Não pude ir à apresentação deste, mas de certeza que estarei na apresentação do próximo.
Grande abraço

Baleia disse...

estou super-curiosa...

bjnhs

Álex disse...

à luz de hoje tivemos muita sorte por viajar nas EN, concordo; na altura era um baita dum pincel demorar 5 horas a chegar a Coimbra com mais 3 irmãos atrás, apertadinhos todos e às turras... mas fez-nos quem hoje somos: com sensibilidade para estas coisas ; )
bj

Sonia disse...

Boa Tarde, onde posso encontrar o livro? Nos sites das livrarias mais concorridas não estou a ter grande sucesso. Obrigada pela ajuda.

João Catarino disse...

O livro está á venda a partir de hoje nas seguintes livrarias:
Fnac
Livraria Ler devagar
Livraria Galileu em Cascais
Casa Ruim em Torres Vedras (brevemente)

Muito obrigado pelos comentários

Rosa Baptista disse...

eu vivi, desde que nasci (pq nasci em Lagos em Agosto, terra do pai e dos avós), esta mística da EN2. Na Páscoa e em Agosto lá íamos no Opel Kadett, forrado nos com um plástico preto que subia aos 40º no Verão, com carapaça beje de chapa que ao Sol fritava omeletes em segundos. Parávamos nas 3 irmãs, em Grândola, parávamos perto de Sines, parávamos para comprar melancias frescas, parávamos para almoçar, parávamos para jantar. Odemira era local incontornável para almoçar/jantar. As viagens eram programadas com semanas de antecedência, a minha mãe empacotava a casa toda, o meu pai punha o atrelado e a "vaca" em cima do capot, e mesmo assim íamos invariavelmente apertados. No banco de trás as guerras com o irmão relativamente ao meio do banco eram cheias de arranhões e dentadas. A minha mãe parava para apanhar as mimosas dos arbustos, que eu tanto enjoava com o cheiro. Passávamos o serra do espinhaço de cão e sempre atentos para ver quem via primeiro o mar... era a chegada a casa. Retenho nas minhas melhores lembranças o olhar os ramos das árvores na noite por entre as curvas da estrada, ou a espera para atravessar de barco em Tróia, ou as músicas das cassetes dos Abba, dos Beatles e outros. Retenho tantas histórias e memórias destas viagens, que sem dúvida sou uma pessoa diferente por as ter feito, naquela época, com um olhar demorado e uma impaciência paciente em chegar a um destino.

Isabel disse...

Parabens pelo livro, venho de descobrir a novidade por isso quando vier a Portugal lá vou a rocura dele e do autor.

annie hall disse...

Mestre:) não encontro o seu livro em nenhuma livraria !

josé louro disse...

Safa!!! Depois sou beu que tenho fãs......
Abraço

Seu Mangas disse...

Agradeçamos aos nossos pais por sermos da geração que ia “à terra”, pois eram nas paragens e nos parqueamentos da estrada que nos velhos nos enriqueciam com detalhes que nós miúdos não nos apercebíamos naturalmente. Quase sempre uma nova lição e sem precisar debruçar-se em livros...