terça-feira, 29 de junho de 2010

A Sé com os alunos, naquele dia de sol do inverno deste ano.

segunda-feira, 28 de junho de 2010

Nâo, não é a fenprof, nem a ultima ceia, trata-se da frente de professores na escola do Cacém, durante a ultima sessão da formação de formadores, com o diário gráfico como tema de trabalho.

sexta-feira, 25 de junho de 2010

Chegámos esta semana a outra estação brevemente as rotinas vão mudar, as paragens vão ser outras.

segunda-feira, 21 de junho de 2010

A minha sala de aula fica mais bonita com sol e sem alunos, é assim que vai ficar até Outubro sem ninguém para apreciar as vistas.

sexta-feira, 18 de junho de 2010

Este inverno o mar tal como o tempo esteve monstruoso, foram muitas as vezes em que parei a carrinha junto ao mar e troquei a sessão de surf por uma sessão de desenho indoor do lado de dentro desta enorme baía de vidro, resguardado da tempestade.

quinta-feira, 17 de junho de 2010

Na véspera de Natal tomámos o pequeno almoço ali para os lados do Chile. O Richard veio de Madrid e trouxe num berço a sua obra mais recente.
O Buggy a fazer de vaquinha no presépio!

segunda-feira, 14 de junho de 2010

É quase agoirar que um junho se mantenha fora de época estar agora a "postar" imagens tipicamente invernosas com todos os adereços de um verdadeiro postal de Natal, neste caso de fim de ano. Crianças à lareira e o cão quase a esturricar.

segunda-feira, 7 de junho de 2010

Houve dias neste inverno particularmente frios como este que passei por "Ribeira", a memória é curta bastaram uns diasinhos de sol para que nos esquecesse-mos que entre Novembro e Abril choveu quase todos os dias. Há invernos em que nada invejo estes tipos que andam com a casa às costas.

sábado, 5 de junho de 2010

Desde que saiu o Livro Diários de Viagem do Eduardo Salavisaentramos todos na berlinda!
De repente descobrimos que afinal em Portugal havia muito mais gente a desenhar por aí, depois com o aparecimento do site UrbanSketchers criado nos EUA por Gabi Campanário percebemos que afinal, também no mundo inteiro havia muita gente agarrada aos caderninhos.
Agora destaparam aquilo que andou escondido nas estantes lá de casa tanto tempo, os caderninhos definitivamente viram a luz do mundo e de que maneira, agora há colóquios, conferências e palestras, workshops e pós graduações, concursos, acções de formação que contam para os créditos de formadores, eu sei lá, sei é que graças a isto também já me sentei à mesa com uns belos cromos mundiais do desenho em cadernos, como o Lapin.

terça-feira, 1 de junho de 2010

Às vezes a melhora maneira de calar alunos menos bem comportados é pedir-lhes que façam de modelo!

domingo, 30 de maio de 2010

"A ocasião faz o ladrão" lòccasione fa il ladro Gioachino Rossini (1792-1868).
Por cortesia da Escola Secundária da Lourinhã, com a qual colaborei numa pequena palestra, alunos e professores mais os seus caderninhos foram todos à opera ao São Carlos.
O cenário era magnífico mas não me perguntem o que é que fui ver!
Desenhar tem destas coisas, saímos de um mundo e entramos noutro, desliguei imediatamente a ligação ao guião e nos escuro do camarote guiei-me unicamente pela luz e pelas sombras dos cenários e do palco.

sexta-feira, 28 de maio de 2010

Em Janeiro enquanto desenhava este caderno postei esta imagem nos urban sketchers em comemoração dos 40 anos que o meu carro completou, desde o dia em que alguém em 1970 o foi buscar com 0 kilometros algures a um stand em Lisboa.
Fez agora em Maio, 5 anos que como prenda dos meus 40 anos me ofereci o carro que viria a substituir o dia a dia do meu velho carocha de 1960.
A conversa parecia recorrente "o carro está como novo, tem 58000Km reais! Esteve parado mais de 15 anos, nunca dormiu ao relento!"
"Second life". Agora começo acreditar naquela lenga a lenga, o carro renasceu para uma segunda vida, esta agora sim bem real, já rolou mais 30000, conhece bem a cor das estrelas a chuva e o frio da noite, nunca se recusou a pegar seja à hora que for e o único problema a registar, foi o motor do limpa para brisas que não aguentou o inverno que passou.
Ver aqui um anúncio da época alemão passado cá em Lisboa

quarta-feira, 26 de maio de 2010

O papel deste caderno "Claire Fontaine"
era demasiado bom para gastar em desenhos no comboio,
tentei evitar mas não havia volta a dar, é o dia a dia, são as idas e voltas.

segunda-feira, 24 de maio de 2010

Todos os anos faço no ar.co uma instalação com "engenhos mecânicos" para que os alunos se vejam gregos a desenhar.
Já restam poucos da turma de ilustração do CIEAM que este ano prosseguiu pelo nível 2. Menos inscritos, menor escolha mas mais persistência maior resistência.

quinta-feira, 20 de maio de 2010

Este é mais um caderno A5 da resistente Papelaria da Moda da baixa de Lisboa. Para caderno reportagem são talvez os melhores, o papel é grosso, de boa qualidade, são a medida do scanner e finos quanto baste de forma que abrem sempre bem seja no principio seja no fim e ainda, rapidamente vemos o fim do caderno a chegar o que é sempre motivador.
Este foi especialmente adquirido para a reportagem que se segue.

quarta-feira, 12 de maio de 2010

Enquanto os repórteres não largavam a figura cartaz deste Algarve Historic Festival, aproveitei também o momento "paparazzi" para fixar a vedeta no meu caderno.
Vale a pena ser paparazzi por vedetas assim de 80 anos, autêntico "gentlemen driver" genuíno herdeiro do antigo espírito das corridas de automóveis, único a fazer verdadeiramente frente ao imbatível Fangio. Moss foi o vencedor das primeiras corridas
de F1 em Portugal no Porto em 1958 e no circuito de Monsanto em Lisboa no ano seguinte, ganhou 16 grande prémios e 4 vezes cosecutivas vice campeão do mundo .
Este é o carro de Stirling Moss.
Podem dar aqui uma voltinha com ele à pista de Portimão sob um magnífico sol de fim de tarde algarvio.

terça-feira, 11 de maio de 2010

Pela via do Infante, depois de Portimão vira-se à direita por umas estradas novas direito à serra, passa-se por uns descampados e no meio do nada surge uma construção megalómana,
um autódromo que faz o do Estoril parecer uma pista de miniaturas. Tudo foi pensado para o espectáculo das corridas, o traçado da pista com curvas cegas no meio de lombas, bancadas com capacidade para números de espectadores que tomaram eles que algum dia viessem aquecer aqueles assentos, zonas de restauração e laser e uma piscina com água pelo joelho a pensar nas longas secas que as mulheres dos pilotos passam com os filhos à espera.

segunda-feira, 10 de maio de 2010

Sim, no tempo destes engenhos com "rodas de bicicleta"
já quase se batia a barreira dos 300 Km/h no fim da recta da meta!
Sim era assim, sem quais quer condições de segurança!

domingo, 9 de maio de 2010

Nas corridas actuais de clássicos misturam-se coisas que no tempo em que estes carros corriam não se misturavam. Não era comum americanos e europeus competirem nas mesmas pistas,
agora podemos comparar a superioridade da agilidade em curva dos carros europeus com a superioridade da velocidade de ponta dos americanos. Neste circuito os americanos levaram a taça.

sexta-feira, 7 de maio de 2010

algumas máquinas são peças únicas, completamente artesanais. Nas boxes os mecânicos rezam para que os pilotos não façam muitas avarias e consigam trazer de volta os carros direitinhos, se assim não for, não há peças para substituir. Chapa amolgada, é cortada, endireitada e refeita ali na hora.

quarta-feira, 5 de maio de 2010

O trabalho nas boxes é feito com uma coordenação excepcional, em poucos minutos trocam-se caixas de velocidades, motores, afinam-se válvulas e carburadores, com uma precisão cirúrgica.
Ali, a nú e a crú dá bem para ver a ronha e quanto os nossos mecânicos nos enganam!

domingo, 2 de maio de 2010

A corrida (a pé) terá sido eventualmente a primeira forma do homem competir.
Nada tão simples e expontâneo como isto, ver quem chega primeiro, seja a correr atrás da presa seja a fugir dela.
Estou mesmo a ver as mulheres dos homens primitivos a disputarem entre si aquele que em menos tempo conseguia trazer para dentro das cavernas mais e melhor alimento às suas famílias! Também assim se definia quem sobrevivia.
Depois inventaram a roda, domesticaram animais e passaram a correr com tudo o que corresse e rolasse.
As corridas de automóveis disputam-se em volta de circuitos especialmente construídos para isso, há uma tribuna para o aplauso, e boxes onde se preparam as máquinas, tal como nas corridas de cavalos ou dos carros romanos.
Ainda é assim, ver quem chega primeiro.

quinta-feira, 29 de abril de 2010

É bom ter pancadas!
Sempre salvaguarda algumas motivações futuras.
Sempre se tem algum assunto para preencher as reformas, algumas até chegaram antes do tempo.
Este holandês gozava aqui no sul de Portugal, o melhor que a boa segurança social do norte tem ainda para oferecer.
Um verdadeiro "tifosi" das corridas só podia viver numa casa com rodas, para onde o circo for, ela vai também.
A "hymermobile" chegará primeiro para estacionar no melhor ângulo na melhor curva do próximo circuito.

terça-feira, 27 de abril de 2010

Nas corridas dos clássicos andavam também por lá umas meninas a passearem-se de guarda sol mas que, não tinham nada de "retro".

segunda-feira, 26 de abril de 2010

Enquanto hoje as Mega empresas de comunicação disputam entre si números em Megas que traduzem velocidades Mega abstractas que ninguém na realidade sabe avaliar ou comparar, o grande desafio dos construtores de automóveis do princípio até meados do século XX era não só bater records de velocidade como fabricar máquinas fiáveis que pudessem ganhar provas, que em alguns casos eram autênticas maratonas kilométricas.
O desenvolvimento de um país avaliava-se também por aí, pelo domínio da velocidade que neste caso media-se lado a lado, curva a curva até ao xadrês da bandeira que cortava a meta.
Antes dos grandes "sponsors" tomarem conta, cada país tinha as suas escudarias e as suas cores.
Ir às corridas era também torcer por um país, as máquinas foram até ao pós guerra um excelente veículo de propaganda nacionalista.
O Reino Unido pintou a Jaguar de verde, a Porsche e a Auto Union alemã eram prata, a Ferrari e a Alfa Romeu inevitavelmente vermelha e a França tão turquesa como este Bugatti.

sexta-feira, 23 de abril de 2010

Nas boxes estas feras num ápice passam do estado do dormência para uma histeria colectiva.
Quando se ligam os motores o barulho é gritante, infernal, animal, brutal, de arrepiar, de fazer ranger os dentes, vibrar as paginas do caderno e ter chots adrenalínicos.

quinta-feira, 22 de abril de 2010

Estes são carros do tempo em que eu brincava com carrinhos, lembro-me de me terem oferecido uma miniatura igual da Solido azul turquesa, abria o capot traseiro de onde se podia ver os detalhes do motor, agora pude comprovar como perfeita que era. Os nomes de quem os pilotava na época não me eram estranhos, Henri Pescarolo e Gérard Larrousse tinham levado em 1974 estes Matra Sinca 670 à vitória nas 24 Horas de Le Mans.

quarta-feira, 21 de abril de 2010