sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010
quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010
segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010
sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010
quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010
quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010
sábado, 13 de fevereiro de 2010
sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010
O mármore das paredes, as velhas madeiras os espelhos gastos e as cadeiras sólidas, deram lugar aos abajures e às madeiras prensadas do mais moderno estilo IKEA. Vá lá, valha-nos a posta de bacalhau com grão para manter a tradição.
quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010
segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010
quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010
segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010
quinta-feira, 28 de janeiro de 2010
quarta-feira, 27 de janeiro de 2010
terça-feira, 26 de janeiro de 2010
segunda-feira, 25 de janeiro de 2010
quarta-feira, 20 de janeiro de 2010
terça-feira, 19 de janeiro de 2010
Depois houve uma moda de Dobremans, seguida de Rottwailers, depois vieram Labradores agora estão aí os Jack Russel Terriers. Não tenho nada contra as modas de cães, são todos lindos, fico é sempre um pouco apreensivo quando olho para donos particularmente sensíveis aos fenómenos das modas caninas, se a moda durar menos que o tempo de vida do cão o que é que eles fazem aos cães?
segunda-feira, 18 de janeiro de 2010
Nos anos setenta a agricultura, mas sobretudo a emigração e a construção substituiram a principal actividade destas gentes que gradualmente foram deixando a pesca do rio que deixara de ser rentável. Estas pequenas comunidades entraram em declínio a maior parte das habitações ficaram ao abandono ou foram destruídas. Hoje existem ainda algumas genuínas e outras tantas para turista ver.
Dei a volta a pé pela única rua circundante da Palhota, após o almoço de um dia sombrio de junho havia carcaças de barcos de madeira podre debaixo das àrvores junto ao rio, havia também alguém a reparar um exemplar destes que ainda tinha recuperação, algumas famílias falavam em francês, vieram de férias verão reacender memórias e trouxeram os mais pequenos, netos e filhos que não chegaram a viver aquela realidade e para quem aquele lugar deve ser um outro planeta, um letreiro pintado em azul sobre um resto de um casco, por cima do ùnico tasco, avisava hoje há sável!
sexta-feira, 15 de janeiro de 2010
Também por ser uma zona plana é atravessado por grandes rectas, onde ninguém quer desperdiçar a oportunidade de acertar aqui as media horárias. Se nos desviarmos dos itinerários principais de passagem, vamos dar ao Tejo ou a qualquer terrinha à beira rio que volta e meia ouvimos falar quando há cheias no inverno e o mais provável é ainda ter de voltar para trás!
Mas é isso mesmo que vale a pena fazer, descobrir terrinhas daquelas que se tem de voltar para trás!
E o Ribatejo aqui tão perto, lindíssimo!
quinta-feira, 14 de janeiro de 2010
terça-feira, 12 de janeiro de 2010
segunda-feira, 11 de janeiro de 2010
quinta-feira, 7 de janeiro de 2010
quarta-feira, 30 de dezembro de 2009
Basta-nos para isso optar pelas velhas estradas que ainda passam pelos centros das terras que antigamente serviam também para marcar as viagens por etapas,
parar para desentorpecer as pernas e arrefecer os motores.
Acordei cedo em Chaves e resolvi seguir pela N2 até acabarem os marcos da estrada.
Cheguei 4 dias depois ao Km 737, a escassos metros da placa que marca o limite urbano da cidade de Faro.
“Fiz-me” à estrada” para atravessar Portugal pela N2 numa velha carrinha VW do tempo em que não havia alternativas ao itinerário para quem fosse de Chaves para Faro. Assim não destoava na paisagem nem nos desenhos que fiz pelo caminho!
A N2 segue de norte a sul pelo eixo longitudinal de Portugal, pela sua equidistância foi em tempos, muito antes de ser estrada nacional e de haver automóveis um eixo importante de defesa e de desenvolvimento económico.
Hoje é uma estrada esquecida, cheguei a percorrer dezenas de kilómetros sem me cruzar com ninguém, algumas barragens e vias rápidas atravessaram-se pelo velho caminho, hoje com o dedo no mapa dificilmente conseguimos acompanhar
a totalidade do o seu percurso.
A estrada encontra sempre vias alternativas aos grandes desníveis, caminhando pelos vales e meias encostas, provavelmente para poupar as mulas e os cavalos na era pré automóvel e que agora deram muito jeito aos escassos cavalos do motor da carrinha.
Sendo pequeno, Portugal não será talvez um país que convide a grandes travessias, pelo percurso da N2 pude experimentar um pouco dessa sensação, da melhor forma, devagar numa “pão de forma”.
Ver o filme da primeira parte da viagem Chaves-Viseu no "i" on line aqui!
terça-feira, 29 de dezembro de 2009
segunda-feira, 28 de dezembro de 2009
A coisa começou logo por não correr bem, perdi cerca de uma hora a pé à procura do marco, perguntei a varias pessoas que me desaconselharam a ir por lá, diziam que pela N2 já não vai ninguém, mostravam-me isso sim de forma orgulhosa e convicta os acessos às novas auto estradas mas à cerca do marco nada! Até que me disseram para perguntar ao Engenheiro de uma obra de saneamento porque parecia que alguém teria visto por aí o marco junto do entulho.
Assim foi, o marco mais marcante de todos, aquele que marca o zero e que me daria o tiro da partida para um itinerário que só acabaria na outra ponta de Portugal estava caído como uma pedra tumular junto de escombros e de cadáveres de outras obras, premeditando que, tal como esse sinal de partida o que se seguisse daí para a frente seria por certo uma viagem por um caminho esquecido.
domingo, 27 de dezembro de 2009
Ir às termas é hoje coisa do passado, facilmente associamos essa palavra aos velhos ou aos doentes. Aquilo que foi a principal motivação turística do princípio do turismo no mundo, já não vende, o Hotel Palace de Vidago terá também ele de se reconverter num SPA.
Por vezes basta mudar o nome!
terça-feira, 22 de dezembro de 2009
A automotora a Diesel ainda por ali parou até 1990, altura desde a qual a terra parece ter também parado.
segunda-feira, 21 de dezembro de 2009
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