segunda-feira, 1 de junho de 2009
sexta-feira, 29 de maio de 2009
Já ninguém se lembra das tormentas passadas neste inverno. Houve meses em que de manhã quando abria o estores não tinha mais esperanças de ver uma nesga de céu azul!
Este talvez tenha sido o dia de sol de todo dezembro, que aqui entrava a rasar as colunas do Terreiro do Paço direitinho ao Martinho da Arcada.
quarta-feira, 27 de maio de 2009
terça-feira, 26 de maio de 2009
segunda-feira, 25 de maio de 2009
Fica num sinuoso entroncar de caminhos desnivelados, onde de um pequeno pátio conseguimos ver a parte de cima do 28, quando inicia a descida ao Martim Moniz.
Os turistas inevitavelmente acabam por lá caír, o pátio fica na rota da voltinha do Castelo, inevitavelmente os pratos têm a falta de qualidade a condizer com as circunstancias do roteiro, mas salva-se tudo o resto.
Este grupo de turistas franceses nem dá pelo tesouro do som ambiente que nos faz viajar no tempo, por cima de uns artigos expostos para consumo da casa está um pequeno rádio de baixa fidelidade sintonizado em onda média. O som abafado parece vir lá mesmo do fundo.
Enquanto almoçava por ali passaram a Hermínia, o Max e a Rosinha dos limões, o Toni de Matos a Dona Amália, o Marceneiro
e a Tonicha, há quanto tempo!
quinta-feira, 21 de maio de 2009
quarta-feira, 20 de maio de 2009
quinta-feira, 14 de maio de 2009
Você pensa que eu não vi, mas eu vi muito bem que você me esteve a desenhar!
Sim e não foi só a mim, foi a mim àquele senhor do chapéu, foi esta senhora, foi este senhor aqui, que eu também vi, olhe que eu também sou artista e sei muito bem como é que é?
Quer que eu chame a polícia!...
_Até aqui ainda não tinha percebido se a senhora achava piada aos desenhos ou não, quando falou que era artista... pensei que tinha uma admiradora, mas quando disse que chamava a polícia...
_ Você não sabe que o que está a fazer é proibido! Eu posso lhe pôr um processo! Sabia disso? Ora diga lá como se chama?
_Procurei não dar ouvidos enquanto as cabeças dos passageiros que estavam de costas procuravam afinal quem era o fora da lei?
_ Sim você aí, foi esse senhor, desenhou-nos a todos!!!
Depois de ter sido identificado, repostei...
_ Oh, oh minha senhora não esteja a ser ridícula, eu posso desenhar onde me apetecer!
Nesse momento a senhora sentiu necessidade de organizar o seu exército, e em tom de campanha começou sem grande sucesso a tentar encontrar adeptos à sua causa, dirigindo olhares de convicção às pessoas que se sentavam por perto, até que o passageiro à sua frente se vira para trás e num bom tom de voz desarmou a senhora...
_ OH! MINHA SENHORA FALE POR SI!.. Não esteja a olhar para mim... fale por si!
A senhora meteu a viola no saco, saiu de "fininho" na estação antes da minha e quando passou por mim ainda sussurrou...
Eu sei muito bem... eu também sou artista!
terça-feira, 12 de maio de 2009
segunda-feira, 11 de maio de 2009
Tinha então 12 anos quando passei umas mini férias num aldeamento que ficava algures no meio de um campo de amendoeiras e alfarrobeiras a poucos kilometros da Falésia.
Lembro-me ter sido entre essas alfarrobeiras e os pinheiros que se abeiravam da Falésia, que dei o meu primeiro de um dos poucos galopes a cavalo. Nunca mais esqueço a sensação de planar sobre uma sela na corrida que fizemos até à praia.
A Aldeia das Açoteias tinha um centro de congressos com uma torre de arquitectura estranha, que se erguia sobre as copas dos pinheiros mansos e que me parecia maior que uma catedral.
Foi difícil encontrar a entrada desse aldeamento, a torre do centro de congressos hoje deixado ao abandono parece agora do tamanho da casota de um cão, cresceram paredes e varandas de betão, esconderam as açoteias, não pouparam nem figueiras, nem alfarrobeiras, restam alguns pinheiros que compõem e dão um nome pomposo, agora em inglês a mais um novo aldeamento da moda, numa lógica de sucessão de "garimpeiro" que ao esgotar um filão escava um pouco mais ao lado e assim sucessivamente até à chegar à Falésia.
Estes meninos jogavam a nova versão do Monopólio já sem notas de banco mas com "credit cards", estão agora muito mais próximos do dinheiro virtual. Sinais dos tempos em "Pine Clifs".
quinta-feira, 30 de abril de 2009
domingo, 26 de abril de 2009
terça-feira, 21 de abril de 2009
domingo, 19 de abril de 2009
sexta-feira, 17 de abril de 2009
quinta-feira, 16 de abril de 2009
terça-feira, 14 de abril de 2009
o "picas" agora também eles em sérios riscos de extinção!
Serão os próximos a passarem à dispensa, os novos controladores /congestionadores electrónicos já lá estão para não deixar dúvidas, tantos quanto o número de desempregados que vão gerar!
quarta-feira, 8 de abril de 2009
domingo, 5 de abril de 2009
quinta-feira, 2 de abril de 2009
quarta-feira, 1 de abril de 2009
terça-feira, 31 de março de 2009
segunda-feira, 30 de março de 2009
Mas não! São modelos imobilizados feitos com restos de peças de ferro e madeira de uma antiga fábrica de moldes que quando fechou, ali deixou parte do seu espólio sem sonhar o jeito que viria a dar.
sábado, 28 de março de 2009
sábado, 21 de março de 2009
Segundo Rui Sousa Ilustrador mega viajado, e experimentado nesta coisa dos cadernos de viagem este é o clássico dos clássicos, o mais resistente mais lindo, que abre melhor a dupla página, eu concordo plenamente.Nos princípio dos anos 80 houve uma campanha "salvemos o Línce da Serra da Malcata" nunca se soube muito bem se ainda havia linces nessa região durante essa campanha, agora sabe-se que já não há!
Mesmo assim nunca é tarde para lançarmos a campanha salvemos o caderninho da Papelaria Fernandes!
Há quem garanta que ainda existem mas há muito tempo que não são vistos.
Quem sabe não será este que aqui apresento o ultimo exemplar!
sexta-feira, 13 de março de 2009
Quem ali esteve, assim como noutras praças, colinas, miradouros, eléctricos, elevadores, e escadas rolantes foi uma pequena turma de aventureiros com espírito de sacrifício que aceitou percorrer durante uma semana Lisboa de colina a colina com os caderninhos na mão, com missões específicas de actuação, foi o workshop de diários gráficos que eu e o Richard Câmara fizemos no CIEAM da Faculdade de Belas Artes.
Experiência de desenhos compulsivos, com a disponibilidade de ver Lisboa como nunca vimos, foi fantástico!
sexta-feira, 6 de março de 2009
Mesmo só, espero por um lugar à mesa. Azenhas do mar não viria no mapa não fosse um restaurante.
terça-feira, 3 de março de 2009
No mínimo estranho...
quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009
terça-feira, 24 de fevereiro de 2009
sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009
sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009
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