segunda-feira, 24 de novembro de 2008

Seja na ida, ou na volta, há sempre quem aproveite para pôr o sono da noite em dia.

sexta-feira, 21 de novembro de 2008

Seja na ida, seja na vinda , pela manhã ou à tardinha há sempre alguém mal encarado na carruagem.

quarta-feira, 19 de novembro de 2008

Quando os alunos desenham a raposa embalsamada, parecem ficar também embalsamados!

terça-feira, 18 de novembro de 2008

Se há coisa que Portugal é imbatível, é no prato do dia, entre o meio dia e as 3, porta sim, porta sim, em Lisboa ou onde for, qualquer cafezinho vira prato quente. Escrevem-se ementas a 5 euros em toalhas de papel que se colam à porta, este foi o dia do arroz de pato que estava bom, muito bom, nisto sim! Somos bons...muito bons!

segunda-feira, 17 de novembro de 2008

Este ano os meus alunos são tão bem comportadinhos!

sexta-feira, 14 de novembro de 2008

As cargas da pentel pincel acabaram, valeu uma mini caixinha de aguarelas, uma caneta water proof e um pincel de agua que trazia comigo no comboio.

quinta-feira, 13 de novembro de 2008

Depois da má experiência dos jaquinzinhos (ver desenho seguinte) refugiei-me neste café que serviu de câmera de desintoxicação. Tomei um café e fiz um desenho de alguém que nesse dia optou bem melhor do que eu, almoçou chá e umas torradas.
Dois dias depois voltei a passar junto da porta da malfadada tasca, agora fechada e com um letreiro de uma funerária na porta.
O senhor da corcunda adaptada ao escasso pé direito do estabelecimento morreu, eu fui pelos vistos uma das ultimas vítimas a quem o senhor provocara danos intestinais.

sexta-feira, 7 de novembro de 2008

Desci do castelo à baixa com o intuito de parar na primeira
toalha de papel que tivesse escrito "jaquinzinhos".
Assim foi, sem olhar dei por mim numa tasca que pensava já nem existir, pelos vistos a A.S.A.E. também não.
O pé direito obrigava a andar curvado, o gerente ganhou uma corcunda adaptada ao meio, escorria gordura pelas paredes, cheirava a creolina e o exaustor ensurdecedor fazia parecer estar na casa das máquinas de um petroleiro, mesmo assim não virei costas à ideia dos "jaquinzinhos".
Estavam como não poderia deixar de ser incomestíveis, mas bons para serem desenhados.
Um prato do dia intragável que se revela num desenho do dia somente fraquinho!

sábado, 1 de novembro de 2008

Livro 160 X 220mm, capa e contracapa dura, forrada a pano cru mal cosidinho, mal coladinho, mas com muito carinho, no dia das encadernações durante o curso de ilustração, 2008 do CIEAM.

segunda-feira, 27 de outubro de 2008

Oficialmente as férias de verão começaram assim, montado em selins de couro com molas de ferro, travões de alavanca, quadros pesados e ferrojentos, correntes por olear, cerca de 100 pasteleiras cada uma com cerca de 100 anos deram ar às rodas e saíram dos palheiros para a estrada num passeio de 30 quilómetros pelo pinhal de São Pedro de Moel.

quinta-feira, 23 de outubro de 2008

É certo e sabido que aqui, em Julho esta família vai ocupar aquele metro quadrado de relva.
Há 15 anos que é assim, a velha VW já conhece a 80 á hora todas as rectas e curvas que separam Berlim da Ribeira da Azenha.
De ano para ano a família cresce, o estendal aumenta, a carrinha parece diminuir.
Ainda me queixo das 3 horas que levo de caminho!

segunda-feira, 20 de outubro de 2008

Dentro da carrinha as alvoradas são de um amarelo quase irreal.

sexta-feira, 17 de outubro de 2008


Tenho sempre algum receio que nos meios intelectuais me façam a habitual pergunta de, qual o livro que presentemente tenho à cabeceira?
À cabeceira enquanto não precise de pôr a placa no copo de água a marinar, deixo apenas os óculos que não uso para dormir. Este verão ganhei coragem e levei dois livros a passear comigo, as crónicas absolutamente corrosivas do António Lobo Antunes e "o desejo de ser inútil" a Incrível biografia de Hugo Pratt que há mais de um ano que estava ao pó da estante, esperando a melhor altura para ser saboriada.
Divinal!

quarta-feira, 15 de outubro de 2008

Nesta praia quando se olha em redor e tudo parece estar deserto, convém tomar atenção! Por vezes emergem criaturas estranhas que se alimentam do calor das pedras.

terça-feira, 14 de outubro de 2008

segunda-feira, 13 de outubro de 2008

Na maré vazia, também as brincadeiras ganham muito maior amplitude.

domingo, 12 de outubro de 2008

Gosto das praias sem apoios de praia, nem banheiros nem bandeiras, nem toldos, nem barracas, mas com famílias mais os canitos, mais os farnéis e lancheiras, chapéus, guarda ventos e o que mais houver para carregar.

sexta-feira, 10 de outubro de 2008

Com a luz da manhã o mar na "Aberta" fica com um azul de fazer inveja às piscinas.

quarta-feira, 8 de outubro de 2008

A Aberta Nova continua intacta! Mas, faz agora também parte de um roteiro de "tios e tias" que se aventuraram a sul para lá da Comporta.

terça-feira, 7 de outubro de 2008

Não fossem as séries...
...e as férias seriam uma seca para o meu sobrinho!

segunda-feira, 6 de outubro de 2008

No início das férias, longe da generosidade do senhor Carlos o homem da bata branca, que corta a carne lá no talho do bairro, houve ainda esperança que a "alheira" perdesse uns quilinhos neste verão... em vão!

terça-feira, 30 de setembro de 2008

Na combi amarela uma Família à beira de um ataque de loucura, parte em "Pimba tour" pelos mais belos rios, albufeiras e bailaricos de Portugal.
"Meu querido mês de agosto" os grandes sucessos "aperta aperta com ela" e mexe mexe que eu gosto",já deixam saudades. "Pelos caminhos de Portugal", para fugir à confusão do litoral.

segunda-feira, 29 de setembro de 2008

Castelo de Belver, a bem ver nunca lá tinha ido.
Portugal mesmo sendo tão pequeno tem sempre na manga mais uma carta surpresa ao virar de cada esquina.

domingo, 28 de setembro de 2008

Dornes, uma das descobertas do verão.

sábado, 27 de setembro de 2008

O que fazem os dias de chuva!
4 de setembro no dia que choveu, choveram também desenhos, enquanto se espanta o tédio e lança-se os dados.

quinta-feira, 25 de setembro de 2008

Não sabia que havia um "monopólio" versão "kids". Não haviamos nós assim, de caminhar para um neoliberalismo incontrolável.

quarta-feira, 24 de setembro de 2008

É nesta cadeira que se devoram as leituras de verão,
a boa exposição à luz gera a disputa de um lugar que costumo ceder aos mais vorazes consumidores de letras.

terça-feira, 23 de setembro de 2008

Bem tentei demover a minha filha destes ambientes.

segunda-feira, 22 de setembro de 2008

Como não há lá sofá, não há tentação de se dar demasiada atenção à televisão.

domingo, 21 de setembro de 2008

A minha mãe não será exactamente um exemplo de excelência na cozinha, que eu me lembre, talvez se tenha especializado num prato ou dois, que vem sempre à mesa nos dias que há visitas, mas ainda assim, sempre é a comida da mamã.

quinta-feira, 18 de setembro de 2008

O meu pai nem a ler pára um segundo...
A minha mãe e o buggy sempre estão mais quietinhos.
Acho boa esta combinação, todos os verões há um desenho buggy/havaianas.

quarta-feira, 17 de setembro de 2008

Nos dias em que o inverno vai passar o verão na Ericeira
e a família se senta à mesa na jogatana, é uma boa ocasião para ficar de fora.

terça-feira, 16 de setembro de 2008

Livro (oferecido pela minha querida ex aluna Margarida) com uma linda encadernação e excelente papel de algodão. Experimentei uma nova técnica que desconhecia, a pedra de grafite aguarelável da marca portuguesa "viarco", (que eu comprei e que foi cara)!
Por vezes juntei café ao depósito de um pincel de água (oferecido pela minha querida ex aluna Erica) que tornou possível aguarelar em qualquer lado sem andar a entornar frasquinhos.

sexta-feira, 15 de agosto de 2008

A ainda pacata vila de Melides leva o 1º de Maio a sério!
Tudo fechado! Sentei numa esplanada sem dono, silêncio total, portas fechadas cadeiras à disposição de um desenho.
Lembrei-me do que talvez fora nos anos 60 algumas vilas algarvias antes do tsunami de betão. Foi essa espécie de silêncio de morte que anúncia a chegada de um novo maremoto que se prevê poderá vir a varrer desde a península de Troia àquela pacata vila.