Desci do castelo à baixa com o intuito de parar na primeiratoalha de papel que tivesse escrito "jaquinzinhos".
Assim foi, sem olhar dei por mim numa tasca que pensava já nem existir, pelos vistos a A.S.A.E. também não.
O pé direito obrigava a andar curvado, o gerente ganhou uma corcunda adaptada ao meio, escorria gordura pelas paredes, cheirava a creolina e o exaustor ensurdecedor fazia parecer estar na casa das máquinas de um petroleiro, mesmo assim não virei costas à ideia dos "jaquinzinhos".
Estavam como não poderia deixar de ser incomestíveis, mas bons para serem desenhados.
Um prato do dia intragável que se revela num desenho do dia somente fraquinho!
