sexta-feira, 25 de abril de 2008
terça-feira, 22 de abril de 2008
segunda-feira, 21 de abril de 2008
Nesta viagem em junho de 2006 o clima foi tropical, o céu escuro parecia desabar em pancadas de agua que fumegavam quando encharcava a relva quente. Não havia vento e as ondas estavam aveludadas com a textura da chuva. Os momentos de surf foram únicos e compensaram bem as horas passadas dentro da carrinha durante os aguaceiros mesmo com o cheiro nauseabundo do pelo molhado do Buggy.
sábado, 19 de abril de 2008
quarta-feira, 16 de abril de 2008
terça-feira, 15 de abril de 2008
domingo, 13 de abril de 2008
segunda-feira, 7 de abril de 2008
domingo, 6 de abril de 2008
quarta-feira, 2 de abril de 2008
terça-feira, 1 de abril de 2008
segunda-feira, 31 de março de 2008
domingo, 30 de março de 2008
quinta-feira, 27 de março de 2008
Hhmm!
quarta-feira, 26 de março de 2008
sábado, 22 de março de 2008
A melhor e a mesma vista de sempre, através da porta de correr que agora não cai, numa versão "up grade" do mesmo modelo pão de forma mas em amarelo.
quinta-feira, 20 de março de 2008
domingo, 16 de março de 2008
quinta-feira, 13 de março de 2008
terça-feira, 11 de março de 2008
quarta-feira, 5 de março de 2008
Este foi o meu primeiro Moleskine, comprei-o em Paris em 2004 quando ainda não se falava cá de tais encadernações. Estava um pouco vaidoso com o livrinho, esperei por um dia de sol numa praia linda para o estriar, tirei-lhe o filme plástico protector, a fitinha colorida que envolve a capa e todas etiquetas que contam a história mítica destes livros, guardei-as religiosamente como se tratasse de uma peça rara. Assim que o pincel chinês toca o papel a tinta repassa de umas folhas para as outras, eram finíssimas! Afinal o meu Moleskine era um fiasco quando decidi comprar um outro caderno, já milhares de moleskines de todas as gramagens e formatos, também muito mais baratos, enchiam as prateleiras das mais vulgares papelarias de Lisboa, nunca mais guardei etiqueta nenhuma!
quinta-feira, 28 de fevereiro de 2008
segunda-feira, 25 de fevereiro de 2008
Nesta praia deitado no chão enquanto desenhava constatei que nem só no mar se perde o pé! Banhistas e pescadores quando descem e sobem a duna perdem o pé quando os deixamos de ver, para logo poder aparecer só a cabeça, voltar a desaparecer até se ver novamente cabeça tronco e membros. Figuras mais ou menos amputadas que ora se afastam ora se aproximam!
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