quinta-feira, 13 de março de 2008
terça-feira, 11 de março de 2008
quarta-feira, 5 de março de 2008
Este foi o meu primeiro Moleskine, comprei-o em Paris em 2004 quando ainda não se falava cá de tais encadernações. Estava um pouco vaidoso com o livrinho, esperei por um dia de sol numa praia linda para o estriar, tirei-lhe o filme plástico protector, a fitinha colorida que envolve a capa e todas etiquetas que contam a história mítica destes livros, guardei-as religiosamente como se tratasse de uma peça rara. Assim que o pincel chinês toca o papel a tinta repassa de umas folhas para as outras, eram finíssimas! Afinal o meu Moleskine era um fiasco quando decidi comprar um outro caderno, já milhares de moleskines de todas as gramagens e formatos, também muito mais baratos, enchiam as prateleiras das mais vulgares papelarias de Lisboa, nunca mais guardei etiqueta nenhuma!
quinta-feira, 28 de fevereiro de 2008
segunda-feira, 25 de fevereiro de 2008
Nesta praia deitado no chão enquanto desenhava constatei que nem só no mar se perde o pé! Banhistas e pescadores quando descem e sobem a duna perdem o pé quando os deixamos de ver, para logo poder aparecer só a cabeça, voltar a desaparecer até se ver novamente cabeça tronco e membros. Figuras mais ou menos amputadas que ora se afastam ora se aproximam!
segunda-feira, 18 de fevereiro de 2008
quarta-feira, 13 de fevereiro de 2008
sexta-feira, 8 de fevereiro de 2008
Este livro foi comprado em Fevereiro de 2002 na véspera de uma viagem a Nova York com a intenção de ser devorado com desenhos! Não passou de uma boa intenção irrealizável, dada a correria que foi a viagem à capital de todas as correrias!De facto seriam precisas muitas mais semanas para rever esta cidade e outras tantas para a desenhar.
Dois anos depois fui a Paris com uns amigos e resolvi repescar este livrinho que tinha ficado congelado com tantas folhas em branco.
Estavam 0 graus ali muito perto do grau zero, o "cacilheiro" partia do cais que salvem-se as devidas proporções não é muito diferente de "como quem vai ali para Cacilhas". As mãos estavam tão geladas (não consegui desenhar de luvas) que mal conseguia segurar a caneta mas sentia que pelo menos um desenho tornava tudo tão menos turístico.

Parecia uma cena recorrente ia jurar que já tinha passado ali enumeras vezes, olhava para trás para me certificar que não era seguido, em cada esquina via vultos que pareciam armados. Cenário labiríntico tirado de um filme, durante uma passeio no bosque do Central Park em Nova York em Fevereiro de 2002
quarta-feira, 6 de fevereiro de 2008

Numa esplanada abrigada dos aguaçeiros de Paris em Abril de 2004, Este é o desenho que abre uma semana com amigos "ex beaux art", Rui Sousa, João Morais e Filipe Jardim. Puro revivalismo "Esbaliano" diário gráfico, mapas, bicicletas jardins, parques edifícios, museus, pontes papelarias, monumentos, livrarias comemos tudo sem deixar nada!
terça-feira, 5 de fevereiro de 2008
quarta-feira, 30 de janeiro de 2008

As bicicletas não são lá para brincadeiras!
Desde que nos finais dos anos 60 a "Raleigh" inventou um modelo de bicicleta schooper inspirada nas gloriosas Harley de guiadores subidos, o conceito de ter bicicleta passou de meio de transporte a objecto de lazer. Depois vieram as BMX nos anos 70 e mais tarde as mountain bike anos 80. Sucessivamente fomos aderindo a todas as modas andámos aos saltos de BMX, vinhamos largados pelos montes abaixo com as mountain mas o que é um facto é que já ninguem pega na bicicleta porque tenha que ir até ali! O ridiculo é que para pegar na bicicleta hoje a maioria das pessoas pega também numa catrefada de acessórios que torna tudo tão pouco espontâneo.
Em Paris que nem é uma cidade com uma taxa ciclística muito elevada, corri com os meus amigos os quatro cantos a pedalar por sentidos proibidos, passadeiras e passeios, passamos vermelhos subimos e descemos escadas, ultrapassamos pela direita e tivemos sempre o respeito dos peões e automobilistas e ainda prioridade!
Em Paris há biclas encostadas em cada poste, sempre muito usadas passam invernos na rua à espera de quem as "pedále", em Paris assim como nas cidades evoluidas as bicicletas não são para brincadeiras e são lindas, velhas pasteleiras inglesas, francesas e holandesas. Por cá ainda se avistam alguns indivíduos evoluidos circunscritos às regiões pouco acidentadas, vestem boina, mola na calça montada em selim de couro, quadro Yé Yé e travões de alavanca bem hajam!
sexta-feira, 25 de janeiro de 2008
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